Marcadores

sábado, 23 de abril de 2011

UM SONHO, UMA ESTRADA, UMA REVELAÇÃO


Outro dia tive um sonho. Sonhei que caminhava por uma estrada cheia de buracos que se perdia no horizonte.
Eu estava cabisbaixo, triste e descalço. De todos os lados dessa estrada havia muita vegetação coberta de poeira que era levada pelo vento. Notei de repente que a cada dez ou doze passos que eu andava algo novo acontecia. Já não estava mais triste e cabisbaixo. Meus pés agora estavam calçados, os buracos da estrada haviam sumido, e, pouco a pouco a poeira das plantas ia evaporando como o orvalho da manhã.
Apertei mais o passo, e a estrada ia se tornando cada vez mais maravilhosa diante dos meus olhos; flores brotavam, árvores frutíferas surgiam a todo momento em grande quantidade, como num filme acelarado. Eram goiabeiras, figueiras, mangueiras, enfim, uma infinidade de árvores frutíferas.
Percebi então que a estrada na minha frente ia se levantando, lenta e sinuosamente, de maneira que eu já não conseguia mais ver o outro lado dela. Foi quando avistei uma luz, que no princípio era fraca e sem brilho. Mas à medida que eu me aproximava ia aumentando cada vez mais. Andei mais depressa. Corri. A luz aumentava. Corri mais depressa ainda. Estava quase chegando. Quando finalmente me aproximei para ver o que era aquela luz no fim da estrada, acordei!
Moral da história: Na vida nem sempre se consegue o que quer, mas se ficarmos parados na nossa ‘’estrada’’, olhando para trás, jamais realizaremos nossos sonhos e ideais.
SIGA EM FRENTE COM JESUS.

Pr. Arnaldo de Almeida.

AS FACES DO TEMPO



O tempo pode ser definido como “1. A sucessão dos anos, dias, horas, etc., que envolve a noção de presente, passado e futuro. 2. Momento ou ocasião apropriada para que uma coisa se realize. 3. Época, estação” (Aurélio).
Há quatro coisas que podemos considerar acerca do tempo.

O tempo cura
Há um antigo ditado popular que diz: “O tempo é o melhor remédio”. E é mesmo! Nada melhor que o tempo para curar a dor de um coração abatido e dilacerado por uma perda significativa. As feridas da dor geralmente são cicatrizadas pela soma dos dias. Graças ao tempo suportamos as tristes lembranças do passado e adquirimos forças para seguirmos em frente. É no decorrer do tempo que somos motivados a continuar vivendo sem perder a esperança. 
O tempo ensina
“O tempo é o melhor mestre”, disse Johannes Peter Schimitt. O tempo nos ensina a crescer e nele aprendemos com nossos erros e acertos. O tempo nos torna maduros e experientes. Além disso, o tempo mostra que vale a pena prosseguir adiante apesar dos percalços da vida. Ele indica que quando uma porta se fecha muitas outras se abrem. São as oportunidades que surgem como bálsamo da alma. Nada nos acontece por acaso. As lições do tempo são para uma vida melhor e feliz. O tempo é um instrumento de Deus para o aperfeiçoamento e progresso da nossa vida enquanto ainda estamos neste mundo.
O tempo não erra
O tempo não erra e nem comete injustiça. Cedo ou tarde a verdade aparece, pois não há nada encoberto que não seja revelado (cf. Lc 12.2). O que fizemos ou recebemos de certo ou errado um dia será recompensado ou condenado. O tempo é justo. James Balmes disse corretamente que o tempo é o grande juiz de todas as opiniões. E isso não é tudo: Às vezes não entendemos porque certas coisas nos acontecem, e porque de repente tudo parece virar de ponta cabeça. Mas um dia vamos ter a resposta. Por isso, para quem se sente injustiçado e prejudicado por alguém, tirar desforra de ofensa não é a melhor saída. É preciso ser paciente, confiar e descansar em Deus, pois ele é o Senhor do tempo e da justiça.
O tempo é valioso
“O tempo é a moeda de sua vida. Tenha cuidado para não deixar que os outros a gastem por você” (Carl Sandburg). “O tempo realmente vale ouro. Matar o tempo é um crime” (Monteiro Lobato). “O tempo passa rapidamente. Não podemos economizá-lo nem comprá-lo. Resta-nos utilizá-lo de uma maneira saudável enquanto ele transcorre” (Paul E. Holdcraft). Uma das coisas mais desperdiçadas na vida é o tempo. O tempo exige disciplina a fim de ser bem administrado. “Os homens eminentes nunca se queixaram de falta de tempo. Alexandre, o Grande, e João Wesley realizaram todas as suas gigantescas obras nas comuns 24 horas de cada dia” (Fred Smith). Tanto o jovem quanto o idoso precisam utilizar o tempo com inteligência e sabedoria. Assim orou Moisés: “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio” (Sl 90.12). Não desperdice seu tempo. “A própria eternidade não poderia recobrar os minutos já perdidos” (Johann Schiller). “Se amais a vida, não desperdiceis o tempo, que é a teia da existência. A preguiça tudo dificulta; o trabalho tudo facilita” (Benjamin Franklin).
“O tempo é demasiadamente lento – para os que esperam; veloz – para os que temem; prolongado – para os que sofrem; curto – para os que se divertem; mas, para os que amam, o tempo não conta” (Henry van Dyke).

Rev. Josivaldo frança

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CONHECENDO O PROPÓSITO DE DEUS

GRAÇA E PAZ AMADOS IRMÃOS E VISITANTES DO NOSSO BLOG. ESTAMOS POSTANDO HOJE MAIS UMA MENSAGEM EM AUDIO DA PALAVRA DE DEUS. BASEADA NO LIVRO DE GÊNESIS 1;26. A MENSAGEM NÃO É NOVA, É DE 2009 MAIS CREIO QUE ELA VAI ESTAR FALANDO PROFUNDAMENTE AO SEU CORAÇÃO.


''FOMOS GERADOS COM UM PROPÓSITO''. '' VOCÊ FOI GERADO COM UM PRÓPÓSITO''. CREIA NISSO!


NELE, QUE NOS ESCOLHEU CONFORME O PROPÓSITO DA SUA VONTADE.
PR. ARNALDO DE ALMEIDA

quinta-feira, 14 de abril de 2011

VASOS NAS MÃOS DO OLEIRO




No livro de Jeremias, Capitulo 18, Deus conduz o profeta a visitar uma olaria e observar o trabalho de um oleiro. A visão do profeta, serviria de mensagem para toda nação de Israel: Deus, O Oleiro. Israel, o barro. A roda do oleiro, o tempo. A voz de Deus, foi audível, naquele lugar. O trabalho dos oleiros, na confecção de vasos de barro, nunca mudou. É o mesmo, através dos séculos. A mensagem, portanto, a ser transmitida, permanece. O que Deus, nos fala através dessa metáfora?

O Barro: Em seu estado bruto, não serve para manuseio, na roda de oleiro. Precisa, passar por todo um processo, se tornar elástico, para modelagem: Colhe-se o barro, penera, mistura com água, deixa de molho (para livrar das impurezas) e é pisado até sair todas as bolhas de ar(enfraquecem o vaso na hora de passar pelo forno). No forno, o barro, enfim, se torna mais resistente.

O Vaso: Do barro fomos criados (Gn 2:7) e ao barro tornaremos (Ec 12:7). Vivemos, portanto, para o objetivo de sermos levados "a casa do Oleiro". Um digno destino. A olaria, simboliza, o Reino de Deus.

Algumas porções de barro, se tornam, "vasos de honra" (II Tm 2:21). Carregam tesouros (IICor 4:7). Algumas, vasos de desonra (Rm 9:21): Passaram pelo Oleiro, porém, estão a carregar coisas impuras, ilícitas, produtos de roubo, morte e destruição. Relaciono estes, aos apostatas, pessoas que deixaram "o primeiro amor", no afã de se tornarem, servos de Mamon. Vasos de desonra.

Ainda existe, um terceiro e triste destino para um vaso: ser quebrado. "...Deste modo quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se..." Jr 19: 11. A quebra do vaso, pelas mãos de Jeremias, tinha o propósito de alertar as pessoas de seus graves pecados. Simbolizava julgamento. Israel, passara, de vaso de honra, para desonra e por fim seria destruída. A utilidade (ou inutilidade) do vaso, define sua longevidade. Que tipo de vaso, estamos sendo?

O ser humano, pecador, cheio de impurezas, barro, no estado bruto, chega a "Olaria" para ser trabalhado. Somos escolhidos (At 9:15), purificados (Jo 17:17), provados (Sl 11:5) e aprovados (IITm 2:15).

O Oleiro: Com destreza e paciência, molda o barro, que, na roda de oleiro, é totalmente dependente D'Ele. Se deixa moldar. Se, ao tomar forma de vaso, o barro, se despedaçar, O Oleiro, torna a juntar a massa e faz outro vaso, ainda melhor. Ele não abandona o vaso, despedaçado em suas mãos.

Deus, anseia que entremos na olaria, no Seu Reino. Só assim o barro ganha forma. Um material, pobre e fácil, tornado excelente. "Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro para que a excelência do conhecimento seja de Deus e não de nós" II Cor 4:7. Um paradoxo: Seres humanos, frágeis, tornando-se instrumentos nas mãos de Deus.E nesse processo, Ele perdoa, a todo que se fizer servo. Ele revigora as forças do abatido, animando-o a prosseguir. Como o vaso, que quebra na roda de moldar e recebe nova vida.

Que Deus em Cristo, nos faça recordar, sempre, que eramos barro, destinados a perdição: Arrastados pela água, ressecados pelo sol, levados pelo vento. O Oleiro, nos recolheu. Entregues em suas mãos, nos tornamos vasos. Moldados para o serviço. Louvado seja O Oleiro!


segunda-feira, 11 de abril de 2011

O SANGUE DO HERÓI DOS HERÓIS



A lista contida na galeria dos heróis da fé é encabeçada por Abel.

É interessante notar que Abel é o único a quem não se atribui qualquer proeza. Enoque foi arrebatado ao céu; Noé salvou o mundo com sua arca; Abraão e Sara tiveram um filho depois de velhos, etc. Mas Abel, o que fez de tão importante para figurar ali?

O texto diz que “pela fé Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho das suas ofertas, e por meio dela, depois de morto, ainda fala” (Hb.11:4).

Embora as proezas dos demais heróis tenham alcançado enorme repercussão neste mundo, a oferta de Abel repercutiu na Eternidade.

A queda das muralhas de Jericó, por exemplo, foi testemunhada por milhares de hebreus. Mas a oferta de Abel foi testemunhada única e exclusivamente por Deus.

E por alguns milênios, seu sacrifício foi um referencial de excelência. Sua fé, expressada em suas ofertas, não perdeu a eloqüência, nem depois de sua morte.

Seu sangue, ao ser derramado na terra, misturou-se ao sangue de todos os seus sacrifícios, elevando a Deus um clamor por justiça.

Ao argüir Caim, o assassino de Abel, disse Deus: “Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra” (Gn.4:10).

E o sangue de todas as vítimas inocentes da maldade humana, uniu-se ao sangue de Abel neste clamor.

Jesus advertiu aos Seus contemporâneos:

“Portanto desta geração será requerido o sangue de todos os profetas, que foi derramado desde a fundação do mundo, desde o sangue de Abel até o sangue de Zacarias, que foi morto entre o altar e o templo. Assim, vos digo, será requerido desta geração” (Lc.11:50-51).

Desde Abel, a humanidade estava presa a um tipo de carma. O que seria capaz de romper com ele?

Aquele velho mundo com seu interminável carma tinha que acabar, para dar lugar a um novo mundo, onde prevalecesse a Graça em vez da vingança.

Embora a fé de Abel o projetasse para o futuro, razão pela qual oferecia a Deus sacrifícios que prefiguravam o sacrifício do próprio Cristo, seu sangue, uma vez derramado sobre a terra, prendeu-nos nesse ciclo de “dente por dente”, “olho por olho”.

O clamor do sangue de Abel nos aprisionava ao passado.

Precisaríamos de alguém cujo sangue falasse melhor do que o de Abel, a fim de nos libertar para o futuro. Alguém cujo sacrifício de Sua própria vida exterminasse o carma, e estabelecesse a pedra fundamental de um novo mundo.

O término da lista da galeria da fé, o escritor sagrado arremata:

“E todos estes, embora tendo recebido bom testemunho pela fé, contudo não alcançaram a promessa. Deus havia provido coisa superior a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:39-40).

Que “coisa superior” seria esta?

A resposta vem logo em seguida:

“Portanto, visto que nós também estamos rodeados de tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todos embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual pelo gozo que lhe estava proposto suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus” (12:1-2).

Todos os heróis do passado formam agora a platéia que nos assiste, porém, nossa nova referência é Cristo, que nos desafia a deixar o embaraço, isto é, aquilo que nos prende ao passado, e o pecado que tenta nos acorrentar ao presente, e correr em direção ao futuro que Seu sacrifício nos garantiu.

Os heróis da Antiga Aliança viveram sob o eco do clamor do sangue de Abel.

Enquanto os antigos heróis “morreram na fé, não alcançaram as promessas, apenas viram-nas de longe, e as saudaram” (11:13), nós, que vivemos sob a égide da Nova Aliança, já as alcançamos n’Ele. Paulo declara: “Pois quantas promessas há de Deus, têm nele o sim, e por ele o amém, para a glória de Deus por nosso intermédio”(2 Co.1:20-21).

Enquanto eles estavam “buscando uma pátria” (Hb.11:14), nós somos aqueles que finalmente chegaram “à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial” (Hb.12:22).

Mas tudo isso porque o sangue de Jesus, derramado no madeiro, “fala melhor do que o de Abel” (Hb.12:24).

Se o sangue de Abel clamava por justiça, o sangue de Jesus clama por misericórdia. E “a misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg.2:13).

Se o sangue de Abel continuou a falar, mesmo depois de morto, qual seria o alcance do clamor do sangue do Ressuscitado?

Bispo Hermes C. Fernandes

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O HEREGE

SERIA ATÉ MAIS ENGRAÇADO SE NÃO FOSSE TRÁGICO. ESSA ANIMAÇÃO RETRATA COM MUITA REALIDADE A CONDIÇÃO DE MUITOS RELIGIOSOS DA IGREJA DE CRISTO HOJE.

''...VISTO QUE SE HÁ NO MEIO DE VÓS INVEJA E DIVISÕES, NÃO ESTÃO SENDO CARNAIS E AGINDO COMO MUNDANOS? POIS ALGUÉM DIZ:  EU SOU DE PAULO, E OUTRO: EU SOU DE APOLO, NÃO ESTÃO SENDO CARNAIS? ( I Co 3;3,4 )

segunda-feira, 28 de março de 2011

DEUS EXISTE???

PROFESSOR QUESTIONA EM SALA DE AULA A EXISTÊNCIA DE DEUS E SUA BONDADE. ALUNO SE LEVANTA E O EXORTA COM BASE NA PRÓPRIA NATUREZA. DEFENDENDO SUA FÉ.
VALE A PENA CONFERIR. '' OS CÉUS DECLARAM A GLÓRIA DE DEUS E O FIRMAMENTO ANUNCIA A OBRA DE SUAS MÃOS'' ( Sl 19;1 )

terça-feira, 22 de março de 2011

AS TRÊS UNÇÕES


Davi foi o monarca mais famoso da história de Israel, mas há um aspecto de sua vida quase desconhecido. Davi foi ungido Rei... Três vezes. E, em cada uma de suas três unções, aspectos de sua conduta revelam o tipo de caráter que Deus busca em seus escolhidos.
A MARCA DA PRIMEIRA UNÇÃO: TRABALHO
Quando Samuel visita a casa de Jessé e conhece todos seus filhos (não encontrando, entre eles o escolhido de Deus), lhe pergunta: “Acabaram-se os teus filhos?”. Jessé respondeu: “Ainda tenho o caçula, mas ele está no campo, cuidando das ovelhas” (1 Samuel 16:11). Há muitas pessoas na igreja esperando que a liderança lhes “dê uma oportunidade” para poderem, enfim, trabalhar. A desculpa para a ociosidade é: Ninguém me dá oportunidade. Todos querem receber a “unção”. Muitos ficam esperando por ela. Poucos estão trabalhando e cuidando dos negócios do Pai, como fazia Davi. Certamente Jessé não era pai de um bando de desocupados. É provável que os irmãos de Davi também estivessem trabalhando. Davi, com certeza, estava. Mas sua ocupação não o impediu de receber a unção. O profeta Samuel fez questão de só dar início ao sacrifício APÓS o retorno de Davi do campo. Assim é que, ainda que o trabalho EM SI, não garanta a unção, certo é que Deus NÃO UNGE DESOCUPADOS. E até espera por eles. Nenhum “à toa” é ungido por Deus.
ENTRE A PROMESSA E A REALIZAÇÃO
De volta às ovelhas - Samuel foi embora e cada um voltou a sua rotina e Davi, a dele. Mas já não era mais o mesmo. O Espírito do Senhor se apoderara dele. Quando somos ungidos por Deus, a primeira mudança se dá em nosso interior. Somos tomados por um sentido de missão e destino ao ponto em que, mesmo que voltemos aos trabalhos de rotina, sabemos que já iniciamos o caminho para um propósito maior.
Notoriedade e perseguição - Há muitos que pensam: “Agora que sou ungido, Deus vai me colocar numa posição de destaque”. Davi, de fato, obteve “notoriedade” (1 Sm 16:17,18). A unção atrai a missão. Não demorou até que súditos de Saul ouvissem falar de Davi e o recomendassem para servir no palácio real. Mas a “fama” se fará acompanhar de conflitos e perseguições. Davi sofreu com irmãos enciumados e um rei descontrolado atirando-lhe lanças em acessos de fúria.
Antes do trono: harpas e queijos – Todo ungido recebe uma missão. E a primeira missão de Davi foi tocar harpa para exorcizar os demônios do rei Saul (1Sm 16:19). Em seguida, o pai o mandou ao campo de batalha para levar alimento aos irmãos. Primeiro Davi teve que carregar pães e queijos para servir soldados de um exército que, no futuro, ele iria comandar. Como reagiríamos se, depois de sermos ungidos por Deus, recebêssemos dele a missão de sermos tocadores de harpa e meros carregadores de queijo?
A MARCA DA SEGUNDA UNÇÃO: DIREÇÃO DIVINA
Saul era morto. O trono estava desocupado. Davi, o sucessor escolhido, poderia reivindicar sua coroa, mas ele não se antecipa à ordem divina. As circunstâncias podiam estar dizendo: “Essa é a hora”, mas Davi não age sem ter certeza. 
Passado algum tempo, Davi perguntou ao Senhor: Devo ir para uma das cidades de Judá? O Senhor respondeu que sim, e Davi perguntou para qual delas. “Para Hebrom”, respondeu o Senhor. (2 Samuel 2:1)

A MARCA DA TERCEIRA UNÇÃO: CELEBRAÇÃO DE ALIANÇAS
Então todas as autoridades de Israel foram ao encontro do rei Davi em Hebrom e o rei fez aliança com eles perante o Senhor, e eles ungiram Davi rei de Israel. (2 Samuel 5:3)
Davi era o sucessor escolhido por Deus e as autoridades de Israel sabiam disso:
“No passado, mesmo quando Saul era rei, eras tu quem liderava Israel em suas batalhas. E o Senhor te disse: Você pastoreará Israel, o meu povo, e será o seu governante” (2 Samuel 5:2)

Entretanto, após a morte de Saul, essas mesmas autoridades aceitaram ungir Is-Bosete, filho de Saul, rei sobre Israel. Após dois anos de conflito civil (que culminou no assassinato de Is-Bosete, além de muitas outras mortes), os líderes de Israel reconheceram que Davi era o legítimo herdeiro do trono. Em resposta Davi não mostrou ressentimento ou espírito vingativo, mas celebrou uma aliança com eles. O que se vê hoje em muitas igrejas é um espírito bastante diferente. Uma incapacidade de estender a mão a quem, outrora, tenha criado algum obstáculo ou desacreditado do ungido de Deus.
UNS SÃO, OUTROS NÃO
Há ungidos e “ungidos”. A imagem mais comum quando se fala de um irmão “ungido” é a do sujeito que ora e jejua sem parar e tem visões e revelações frequentemente. A marca de Davi, o “triungido”, é a marca do trabalho, do serviço ao próximo,da humildade e da disposição para aliançar-se a antigos desafetos e até mesmo honrar um rei neurótico como Saul. Um comportamento bastante semelhante ao modelo mor de todo cristão: Jesus Cristo. E vale a pena lembrar: “Cristo” é o termo grego para “Ungido”.

quarta-feira, 16 de março de 2011

TESTEMUNHO TONI MELENDEZ

TESTEMUNHO DE CANTOR DE ORIGEM LATINA QUE NASCEU SEM BRAÇOS, MAS QUE FEZ DA SUA DIFICULDADE UM MOTIVO DE SUPERAÇÃO E FÉ MEDIANTE A SUA ADORAÇÃO A DEUS.
VALE A PENA CONFERIR.
NELE, QUE VOS CHAMA DE MAIS QUE VENCEDORES.
PR. ARNALDO DE ALMEIDA

segunda-feira, 7 de março de 2011

ENGANANDO E SENDO ENGANADOS


SEGUE VIDEO COM COMENTÁRIO DA JORNALISTA RACHEL SHEHERAZADE, DA TV TAMBAÚ DA PARAÍBA, FALANDO SOBRE A FESTA MAIS POPULAR DO BRASIL.

APESAR DE NÃO SER EVANGÉLICA A JORNALISTA DENÚCIA DE FORMA CONTUNDENTE A VERDADE SOBRE A FARSA DO CARNAVAL. VALE A PENA CONFIRIR.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...